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Star Center

TBT de um projeto que marcou a história da Star Center.

Em 2005, há 21 anos, a Star Center assumiu um desafio que se tornaria um marco na história da Star Center: entregar um dos primeiros data centers do país com infraestrutura desenvolvida para atender aos requisitos de Tier III. O cliente era a TIM. O projeto exigia disponibilidade, redundância e uma execução de HVAC compatível com um ambiente de missão crítica — um patamar ainda pouco disseminado no mercado brasileiro daquela época.
Duas décadas depois, aquele projeto continua sendo referência interna. Não apenas pelo resultado técnico, mas por tudo o que ensinou sobre engenharia aplicada e sobre a diferença que uma execução rigorosa faz em obras dessa complexidade.

Um marco na história da Star Center

O padrão Tier III do Uptime Institute pressupõe manutenibilidade concorrente: qualquer componente da infraestrutura pode ser retirado de serviço para manutenção sem interromper a operação do data center. Traduzir esse requisito para os sistemas de climatização exige mais do que dimensionamento correto no papel — exige uma execução coordenada entre disciplinas, redundância cuidadosa em cada anel hidráulico e uma malha de dutos e tubulações que respeite fielmente o projeto.
Em 2005, poucos players no Brasil tinham repertório para entregar essa combinação. A Star Center aceitou o desafio e o levou até o fim, com uma equipe de engenharia dedicada à obra e ao comissionamento — etapas que, na prática, separam um data center que funciona no papel de um data center que sustenta a operação real do cliente.

A primeira premiação SMACNA da Star Center

O reconhecimento veio logo em seguida: aquele foi o projeto que rendeu à Star Center a primeira premiação SMACNA de sua trajetória. A distinção da Sheet Metal and Air Conditioning Contractors’ National Association pesa exatamente onde a Star Center concentra energia até hoje: na qualidade da instalação de dutos, no cuidado com a estanqueidade, na precisão do balanceamento e na disciplina do comissionamento.
Não é um prêmio de projeto — é um prêmio de obra. E é por isso que ele significa tanto para uma empresa que se posiciona como engenharia que executa.

O que esse projeto ainda ensina

Um data center Tier III é, antes de tudo, um sistema que precisa se comportar exatamente como foi concebido. Uma situação recorrente em obras de infraestrutura crítica é a distância entre o projeto entregue e o sistema efetivamente construído: difusores posicionados fora de coordenada durante a obra, dampers em posição incorreta, materiais fora da especificação original e balanceamento de vazões não executado ou mal executado.
Essas são deficiências que se resolvem com uma empresa de engenharia atuando no dia a dia da instalação — não com mais uma revisão de memorial. Um bom projeto é condição necessária. Uma execução compatível é o que faz o projeto virar realidade.
Foi essa lógica que orientou o trabalho para a TIM em 2005 e que continua orientando cada obra da Star Center em 2026, seja em data centers, hospitais, laboratórios ou edifícios corporativos de grande porte.

40 anos e a mesma exigência de execução

Ao completar 40 anos, olhamos para trás e reconhecemos que a história da Star Center foi construída projeto a projeto, cada um deixando aprendizados que se somam ao próximo. O data center Tier III da TIM é um desses pontos de virada: mostrou que era possível entregar, no Brasil, o mesmo padrão de execução exigido pelos maiores operadores globais.
Mais que uma lembrança comemorativa, esse TBT é um lembrete do que faz a diferença em qualquer instalação de missão crítica: uma equipe que domina o projeto, respeita o comissionamento e permanece disponível para o pós-obra.
40 anos de história da Star Center construídos na obra.